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O Milagre da Responsabilidade

Todos os chefes querem ter trabalhadores mais engajados mas nem todos estão dispostos a fazer sua própria parte para que isso aconteça. A maioria dos chefes, e estou usando essa palavra de propósito, só sabem empurrar trabalho, mas quero discutir nesse texto que delegar responsabilidades é muito mais vantajoso e acaba por desencadear um fenômeno que vou chamar de “O Milagre da Responsabilidade”. Quando você delega mais responsabilidade você tem trabalhadores mais engajados e que se sentem valorizados.

Trabalho versus Responsabilidade

Existe uma diferença entre delegar trabalho e responsabilidades. Quando você só empurra trabalho para alguém você cria facilmente uma atmosfera de serviço burocrático, onde tudo se resume a cumprir horas e entregar tarefas. Muitas empresas fazem isso e criam uma eterna sensação de ir “tocando com a barriga” sem ter profissionais engajados.

Porém, ao fazer isso, a empresa perde uma chance muito valiosa de inspirar quem está trabalhando com ela, afinal o que se quer são resultados, são profissionais autônomos e não somente tarefeiros. Tarefeiros vão embora, tarefeiros não crescem com a empresa, tarefeiros estão desmotivados. Queremos profissionais! Pessoas autônomas, engajadas em resolver problemas e gerarem valor para elas e para a empresa.

Para passar de empurrar tarefas para delegar responsabilidade, você precisa entregar uma missão e o contexto. Não é tão simples como parece. Isso depende de uma mudança de postura, de um posicionamento de líder que está ali para ajudar as pessoas a executarem seu melhor trabalho. É sair da alcunha de chefe. Para ser um bom líder muitas vezes é necessário relegar a “autoridade” atribuída ao cargo e dar autonomia para que as pessoas possam debater com você. Uma das principais características do líder é estimular o desenvolvimento de alguém. O líder deve entregar continuamente as ferramentas para que as pessoas se desenvolvam e resolvam os problemas

Responsabilidade engaja? 81 % das pessoas acreditam que sim, segundo enquete no meu Instagram. @ffreitasalves
Fiz uma pesquisa no meu instagram @ffreitasalves o que as pessoas achavam sobre o a responsabilidade gerar engajamento.

É sua obrigação como líder

Afinal, como líder, sua maior alavanca é potencializar as pessoas e as formas com que elas trabalham. Então dê responsabilidade, acompanhe o andamento, ajude seu liderado a vencer as barreiras e depois cobre os resultados. Você vai ver o milagre da responsabilidade acontecendo.

Não considere “perda de tempo” os minutos que você vai gastar explicando problemas e contextos para as pessoas. Você quer resultados e não tarefas feitas. Tarefas são o meio e não o fim.

E se você não estiver numa posição de liderança, mas concorda que as coisas precisam mudar, você precisa hackear o organograma.

PS: No fundo tudo isso se resume a ter responsabilidade sobre tudo aquilo que você consegue exercer alguma influência. Isso é o extreme ownership.

Com tecnologia a gente se acostuma

Muitas tecnologias que utilizamos hoje de forma banal pareciam estar longe pouco tempo atrás.

Tecnologia de reconhecimento facial #VRDemoNight

Conversando com um amigo, lembrei da época em que eu imprimia a documentação de coisas do trabalho para ir lendo nas duas horas de ônibus que enfrentava da USP para a minha casa. Lembro de ter lido a documentação inteira do Django assim. Nos dias que não dava pra ir sentado aproveitava para ouvir podcasts de inglês do ESLPOD que precisavam ser baixados no site e transferidos manualmente para um MP3 Player. Lembro como se fosse ontem de que nessa época a gente já sabia que a internet viria pra palma da mão de todo mundo, só não era para o nosso bico ainda. A tecnologia estava pronta, só era uma questão de tempo e dinheiro.

Um outro exemplo é o Instagram e o monte de funcionalidades que eles lançaram nos últimos anos. Faz apenas 6 anos que fui na sede da Unity em San Francisco para um meetup de Realidade Virtual. A primeira vez que tive contato com as tecnologias de mapeamento do rosto pra criar essas animações insanas usadas nos filtros. Só 6 anos. Hoje todo mundo tem na mão.

Treinamento Jedi com Oculus Rift

O que será diferente daqui a 6 anos? Quais outras tecnologias? Carros autônomos? Mais realidade aumentada? Mais Wearables? Acho que tudo isso e mais um pouco. Pode até parecer longe, mas é só questão de tempo e dinheiro.

PS: E a covid acelerou a transformação digital.

Brilliant Jerks – Tecnicamente excelentes, porém babacas

Você já trabalhou com algum Brilliant Jerk? Alguém tecnicamente excelente mas que era um babaca e piorava a cultura da empresa?
Imagino que a maioria das pessoas já passou por isso. Será que vale a pena ter alguém assim no time?

Novo conto de J.K. Rowling é uma biografia de Draco Malfoy | Exame
Draco Malfoy – Ele é um Brilliant Jerk ou eu

Eis é o famoso brilliant jerk. De nada adianta o talento dele se não souber trabalhar em equipe. O que foi e é fundamental para nossa evolução como espécie é nossa capacidade de poder colaborar em grandes grupos. Para alcançar resultados e ter uma empresa que cresce, a necessidade é a mesma.

Podemos até pensar em como funciona o processo científico hoje. Quantos cientistas você sabe o nome atualmente? Provavelmente poucos ou nenhum, e não precisa saber, pois é o trabalho colaborativo deles que vai gerar grandes resultados e isso tem sido muito mais eficaz do que gênios individuais trabalhando sozinhos por aí.

Acontece que ter alguém excelente mas que não compartilha a mesma visão dos demais é danoso para a organização e para o dia a dia do time. Tendemos a ser complacentes e achar que o problema gerado vai diluir com o tempo. Não vai.

Escolha bem suas lutas, escolha pessoas boas que vão levantar a moral do seu time e que aceitam discutir como pessoas civilizadas e não como donas da verdade.

PS1: Também não é por isso que você vai contratar um incompetente mas que é o amigão da galera.

PS2: Algumas empresas tem políticas claras de contratação para evitar brilliant jerks, o caso mais conhecido é o da Netflix, porém Microsoft e Atlassian também já se pronunciaram sobre isso.

O óbvio ululante para quem quer crescer na carreira de tecnologia

Tem uma pequena coisa que você precisa entender para ser um profissional de tecnologia melhor. É uma coisa óbvia que a grande maioria se esquece no dia a dia e depois não entende porque está demorando para evoluir como uma liderança técnica. Você precisa entender qual o objetivo da área técnica.

E não é só para liderança, mesmo um desenvolvedor no começo da carreira poderia crescer mais rápido se tivesse isso em mente.

O objetivo da área técnica é dar viabilidade para o negócio. Ponto!

O Poço e quando defecam em nós.. Óbvio. | by Sephiroth Computatrum | Medium

Tem que entender o negócio de verdade. Se interesse pelo problema a ser resolvido, traga alternativas, aprenda a negociar escopo, avalie quando dá pra entregar algo inacabado, mas com alguém operando no back-office, saiba quando poderia ou não comprar uma dívida técnica, enfim, tenha em mente sempre em como o resultado do seu trabalho vai impactar o negócio.

Entender isso faz toda a diferença para crescer mais rápido na carreira e para ser uma liderança técnica eficaz!

Publiquei esse texto ontem 15/Set/20 no meu Linkedin e depois usei os stories do Instagram para falar um pouco sobre casos desse tipo.

Me sigam por lá!

PS: Usei a famosa expressão do Nelson Rodrigues, “Óbvio ululante”, em homenagem a um brasileiro que era espetacular. Esse ano li “A Pátria de Chuteiras” que é uma coletânea de textos futebolísticos do Nelson Rodrigues e de lá podemos ver o quanto esse cara acreditou no brasileiro. Eu também acredito!

Corona vírus acelera transformação digital (Não é meme)

O meme é real. O corona vírus (Covid-19) é o responsável por acelerar a transformação digital nas empresas. Temos aqui uma pesquisa com CEOs realizada pela Fortune 500 que prova isso.

Dessa pesquisa com CEOs da lista da Fortune 500 dá pra tirar alguns tópicos bem interessantes

– O meme é real! 75% admite que a transformação digital acelerou nessa crise.
– Viagens de negócios nunca mais serão como antes.
– 50% dos líderes cortaram na própria carne.
– A maioria acredita que nunca mais vamos voltar a ter a força de trabalho no mesmo local como antes.
– Manter os funcionários seguros e produtivos tem sido a preocupação mais importante nesse período.

E a transformação digital também aconteceu no lado do consumidor com a penetração do e-commerce. Em 8 semanas o crescimento da penetração do e-commerce foi maior do que tinha sido nos últimos 10 anos.

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Culpa por estar descansando

Você passa o final de semana se culpando por estar descansando? 

Esse é um assunto que surgiu algumas vezes conversando com desenvolvedores na minha mentoria. A história é sempre parecida: Você tem pouco tempo durante a semana e no final de semana quando vai descansar ou se divertir, você pensa que deveria estar trabalhando ou estudando e se sente culpado.

Bart Bored | Capa twitter

Citando Yuval Harari no livro Homo Deus: “No mundo moderno, nós humanos tocamos o negócio. Por isso estamos sob constante pressão dia e noite”.  Essa pressão é normal, pois você sabe que é o grande responsável pelo seu sucesso e seu futuro, seja na carreira, na vida familiar, financeira, etc. Não dá pra terceirizar, é melhor aceitar que é difícil e fazer alguma coisa quanto a isso.


O que fazer? Planeje-se. E antes de inventar a desculpa de que “não adianta planejar minuto a minuto”, dê uma chance para o planejamento. Esse simples ato vai te dar muitos insights sobre o que você deveria ou não estar fazendo.

Pegue papel e caneta e escreva tudo que você gostaria de fazer, quais áreas da sua vida você precisa balancear, quanto tempo você gostaria de se dedicar para cada coisa e se planeje. Se você decidir que não vai usar o final de semana para esses objetivos então simplesmente fique em paz. Você vai ver que o problema não é estar se divertindo, é simplesmente estar com um monte de abas do Chrome em aberto na sua cabeça.

Descanso planejado não tem sentimento de culpa! Você só precisa estar OK com as escolhas que você fez para você. Se você não estiver confortável porque gostaria de estar investindo seu tempo em um negócio próprio, em um curso ou em uma atividade física, se planeje e execute.


Síndrome do impostor é coisa de novatos?

mascara

Recentemente, muitas pessoas estão sendo demitidas. Crescentes demissões em massa causadas pela crise do COVID-19, e ser demitido, pode afetar tanto quem fica como quem sai de uma empresa. Quem sai pode entrar em uma nova empresa sofrendo com a síndrome de impostor. Será que isso acontece só com os novatos de uma área?

Ser cortado em uma demissão em massa

A cada dia vejo mais posts no Linkedin sobre pessoas que foram demitidas nessa crise que se inicia. Nestes posts, colegas de trabalho tentam animar quem foi demitido e promovê-los postando links de seus perfis, atestando-os como excelentes profissionais. Fazem isso como uma forma para ajudar os colegas e muitas vezes até compartilham planilhas com Nome, Cargo e Contato de todas as pessoas que foram demitidas.

Apesar de sair sendo endossadas por colegas, essa é uma fase na qual muitas dessas pessoas perdem a confiança em nelas mesmas. Ser demitido nunca é uma situação agradável e dependendo de como é feito pode ser até traumático.

homem sendo demitido

Quem foi cortado pensa no que poderia ter feito diferente ou se compara com quem ficou. E quem sobreviveu ao corte pensa que será o próximo e que não é em nada diferente daqueles que saíram. É ruim para todo mundo.

Sempre acredito que analisar criticamente o porquê de ter sido demitido é uma maneira de melhorar como profissional em épocas normais, todavia vivemos em tempos sombrios e nele o imponderável exerce o papel principal, por isso, se você sofreu em uma demissão em massa, não seja tão crítico com você mesmo. Quando estiver recuperado do baque e pronto para outro emprego, saiba que existem muitas empresas que ainda estão contratando. Será a hora de levantar a cabeça, lembrar-se das suas conquistas e seguir em frente.

A Síndrome do Impostor

Só que mesmo nos casos de profissionais excelentes que foram cortados, existe um grande risco de sofrer da síndrome do impostor quando pisarem em uma empresa nova. Quero ligar isso a uma história que aconteceu há algumas semanas nos EUA. O governador do Colorado resolveu criar um comitê junto à iniciativa privada para combater o COVID-19 e o investidor Brad Feld indicou Matt Blumberg para dar partida no projeto montando o time.

Matt é um ex-CEO que liderou sua empresa Return Path por 20 anos e a vendeu no ano passado por centenas de milhões de dólares. Uma pessoa super gabaritada e endossada por outras pessoas excelentes. Mesmo assim, Matt sofreu da síndrome do impostor.

Matt Blumberg

Durante os 12 dias nos quais ele trabalhou arduamente para montar esse time, Matt manteve um diário e postou como se sentia em seu blog. Logo no primeiro dia, ele relata ter se sentido com uma “mega síndrome do impostor”. Matt é gente como a gente.

Portanto, não importa se você está começando agora ou tem +20 anos de experiência. Essa sensação é normal e para quem está buscando novos desafios depois de ter sido demitido durante a crise, deve ser mais comum ainda.

O que buscamos na crise?

pães

Li uma matéria no G1 comentando sobre o crescimento das buscas online para alguns produtos no período da quarentena.

Buscas de supermercado pela internet, equipamentos de ginástica e periféricos de computador subiram vertiginosamente. Só como exemplo, álcool em gel cresceu 983%. Anilhas de academia, 937%.

Claro que existem um monte de outros produtos ali que em um exercício mental você conseguiria adivinhar que cresceriam também como televisões, webcams, headsets e até computadores (já que o Home Office virou realidade para 23% das pessoas, contra 0,2% poucos tempo atrás).

Fiquei curioso e quis fazer minha própria pesquisa, imaginando o que poderia gerar maior interesse nesse momento de crise. Estou colocando os resultados abaixo:

Resolvi utilizar o Google Trends para ter uma ideia de como estamos buscando alguns termos no Brasil. A primeira curiosidade que tive foi de saber se estamos buscando mais por “comparadores de preço”. Imaginei que já que a busca é online, comparar preços seria mais fácil através de uma ferramenta. Além disso, a matéria do G1 aponta o Buscapé como fornecedor dos dados.

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Google trends comparando resultados para buscapé, zoom e bondfaro

Inicialmente, tomei um susto! O único buscador que eu uso é o Buscapé, porém lembrei que existiam outros dois: o Zoom e o BondFaro. Acontece que eles nem existem mais (pelo menos ambos os sites estavam com erro 504 no momento em que escrevo este artigo) e Zoom é o mesmo nome de uma ferramenta de videoconferência e por isso temos esse boom de interesse bem no período da quarentena.

Deixando só o Buscapé, aparentemente nada mudou na quarentena e o pico foi na Black Friday:

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Google Trends com resultados de busca para buscapé

Depois pensei em outras duas hipóteses:

  1. Durante a quarentena as pessoas procuram mais por Cursos Online.
  2. E a busca por Jogos Online também aumenta durante a quarentena.

Curiosamente, o interesse em Cursos Online sempre foi menor do que por Jogos Online, mas desde meados de Março, ambos cresceram muito e o interesse em buscas por Cursos ultrapassou o interesse em Jogos:

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Google Trendfs com resultados de busca para Cursos Online e Jogos Online

Os cursos que tem sido mais buscados são os “gratuitos” e a busca por cursos gratuitos em específico da FGV e os de desenho da Faber Castell estão crescendo.

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Tabela do Google Trends para Queries relacionadas a Cursos

E só para ter certeza que as pessoas estão ficando em casa, resolvi comparar com as buscas por bares, cinemas e restaurantes e constatei que houve uma queda bem acentuada em março:

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Google Trends com resultados de busca para Restaurante, Bar e Cinema

Fora isso, o próprio Google Trends deixa vários insights de buscas que vem crescendo. Obviamente, a grande maioria delas é relacionada ao COVID-19, à crise e a informações de como conseguir ganhar o benefício do governo. Contudo, um dos insights me chamou muita atenção:

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Google Trends com resultados de busca para Como Fazer Pão

O interesse em “Como Fazer Pão” dobrou.

E disso tirei um monte de outras dúvidas que gostaria do seu input:

  • Será que o interesse por cursos online se mantém depois da crise?
  • Que tipo de negócios poderiam nascer de novos interesses das pessoas?
  • Assinatura de entrega de pães?
  • Assinatura de ingredientes para fazer pão em casa?
  • Será que depois da crise as pessoas continuam a fazer seus pães ou voltam para as padarias?

Enfim, para cada pergunta vai surgir uma outra pergunta, mas a reflexão que eu quero deixar é exatamente como descobrir o que tem potencial para crescer durante a crise?

Paralisia por Análise – Por quê é tão difícil escolher um filme na Netflix?

Netflix

Já percebeu como é difícil pra escolher um filme na Netflix? Você praticamente sofre uma paralisia por análise.

Com tantas opções fica difícil tomar uma decisão. E isso não acontece só com filmes. Vários amigos tem dúvidas sobre qual curso fazer no período de quarentena ou o que estudar já que chovem opções gratuitas neste momento.

O fato é que temos apenas uma quantidade de decisões que conseguimos tomar sem esgotar nosso cérebro. Isso é assustador se imaginar como deve ser sido isso para Steve Jobs, ou hoje em dia para Mark Zuckerberg que precisam tomar centenas de decisões por dia.

Quando estamos expostos a muitas opções podemos sofrer de ‘Paralisia por Análise’, ou como diz o termo em inglês “Analysis Paralysis“. Isso acontece porque ficamos tentando otimizar nossas escolhas e temos medo de tomar uma decisão errada sendo que pode ter outra melhor na mesa.

Isso acontece também no Desenvolvimento de Software e é um anti-pattern conhecido, no caso, quando você dedica muito mais tempo e esforço à análise do projeto do que deveria.

Conheço pelo menos 3 métodos que você pode utilizar para lidar com isso:

  1. Entender bem o que você vai decidir e quais os impactos da escolha que você vai fazer. 
  2. Estipular um prazo para a tomada de decisão
  3. Ter uma rotina.

Como você lida com isso no seu dia a dia?


Meetup Virtual de Flutter para Pessoas em Quarentena

Meetup virtual de Flutter para pessoas em quarentena

Eu estava querendo organizar um Meetup de Flutter mas com a quarentena até dei uma desanimada… Até descobrir a história de como o Meetup foi criado.

Depois do ataque ao World Trade Center em 2001, Scott Heiferman se reuniu com seus vizinho. Apesar de morar no mesmo prédio há anos, nunca havia falado com eles.

A situação em Nova York era tão delicada que acabou por aproximar as pessoas em suas comunidades locais. O espírito era de cooperação.

Depois desse encontro e de uma vigília na cidade, Scott se viu com questões como:

  • O que une as pessoas?
  • O que leva as pessoas a falarem umas com as outras?
  • O que leva as pessoas a se organizarem em grupos para fazerem coisas boas?

Scott diz que antes não era muito ligado a comunidades, porém estava intrigado e no ano seguinte resolveu criar o Meetup junto a mais cinco pessoas.

O Meetup é uma plataforma online que busca unir pessoas presencialmente. Contudo, desde a quarentena que nos foi imposta pelo COVID-19 eles mudaram o “in-person event policy” e estão incentivando os organizadores a criarem eventos online.

Aproveitei a oportunidade e criei o Meetup Virtual de Flutter para Pessoas em Quarentena

O ser humano é um animal social e espero que estejamos ainda mais unidos depois de passarmos por esta crise.